![]() |
| Viver um sonho a dois é o mais 'cruel' e longo caminho a ser percorrido antes da recompensa. Mas quer saber de uma coisa? Vale a pena tentar! |
Seja qual for o caminho que eu escolher, um poeta já passou por ele antes de mim. (Sigmond Freud)
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
all for a few
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Alone. (?)
Hoje, fui dar uma voltinha no terraço. Olhando pros carros que voltavam para casa com seus donos ridículos e falidos, vi um homem passar. Longe, rápido, a pés, como que nem o vento. E, pela primeira vez, senti vontade de ser que nem aquele homem. Só. Na escuridão.
Vontade de ser só, pra se auto-conhecer. Vontade de ser só, pra saber enfrentar todos os problemas só. Vontade de ser só, pra fazer o que quiser, a hora que quiser e como quiser. Vontade de ser só pra poder ser livre, sem ter que dar satisfações a nada e a ninguém.
Superar tudo e viver a vida. Só. As pessoas a quais amo, iriam comigo, iriam em meu coração e em minha mente. Talvez eu não estivesse tão só quanto pensasse. Eles estariam comigo ou não? Eles eu não sei, mas ele estaria.
E quem sabe talvez, aprender a andar de bicicleta. Só. Seria divertido. Eu cairia, me foderia, mas levantaria sem o menor esforço. E quando eu aprendesse – Ah, quando eu aprendesse! – montaria na potranca e pedalaria como se fosse a primeira vez – na verdade, seria a primeira vez -, com os cachos soltos, sentindo o vento na cara, o suor escorrendo aos poucos... E me sentiria extremamente feliz e realizada, como num orgasmo. Sem me preocupar com nada, sem prestar atenção em mim, sem ligar pra minha aparência... Só. Exatamente só.
E assim seriam os meus dias. Um de cada vez. Quando eu estivesse nos eixos, voltaria pra onde eu saí. Voltaria feliz, diferente do que eu já fui um dia. Voltaria pros braços de quem tinham sentido minha ausência. Será que alguém havia sentido minha ausência? Bem, o que isso ia importar agora? Nada! Agora, eu era outra. A mulher imbatível e mais forte do que tudo no mundo. Que aprendera a fazer tudo só e que aprendera a ser feliz consigo mesma. Só.
Porém, o coração seria sempre o mesmo. Seria dele. Somente dele. Com paixão, amor, carinho, ternura, mulher.
E, hoje, pela primeira vez, senti vontade de ser como aquele homem. Só. Mas... E ele? Ele ficaria extremamente feliz se fosse comigo. Realizaríamos todos os desejos um do outro. A sós. Seria bem mais legal. Tudo seria mais legal. Aprenderíamos coisas novas um com o outro e nos amaríamos sem dó nem piedade. Na verdade, eu acho que essa história já começou a ser escrita. A sós.
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Do verbo escrever, eu penso.
Alguns sabem muito. Outros acham que sabem. Tem ainda os que não sabem e os que não sabem e deveriam saber. Entre tantas classificações, me encaixo simplesmente em: “Eu escrevo!”
Será que alguém já parou pra pensar nisso? Eu escrevo, tu escreve, ele escreve, nós escrevemos, vós escreveis, eles escrevem; tudo isso do verbo escrever.
Escrever na teoria é unir letras e formar palavras, que por sua vez formam frases e em seguida, os parágrafos... mas a prática da escrita não se resume só a isso.
Quando escrevemos, mostramos mais que textos. Mostramos sentimentos, pensamentos, sensações, vontades e desejos, sonhos e tudo o mais. Ah, sem esquecer do nada, onde o nada pode traduzir tudo. Ou simplesmente o contrário.
Na verdade, todos deveriam desfrutar dessa magia. Um papel e uma caneta. Simples, barato e mágico! Na verdade, todos deveriam escrever, mesmo que errado. E bem óbvio que com a continuação, quem começou escrevendo errado passará a escrever certo...
Alguns sabem, outros não, mas eu sei como é se sentir mágica.
Escreva!
Assinar:
Comentários (Atom)
