segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Um pouco para 2012... E pra vida toda!

Afirme somente se tiver certeza;
Acredite somente se lhe derem fatos;
Gaste somente se souber de onde tirar fundos;
Coma somente se tiver fome;
Durma somente se tiver sono;
E, em caso de dúvida, fique na sua e siga seu próprio nariz.
Abrace muito, beije mais ainda e já que a vida é de graça: peça! Sempre haverá alguém que lhe dará o que você está precisando.
Despeça-se do que já passou: quem vive de passado é museu.
Pare de se preocupar: suas desgraças nunca serão do tamanho que você pensa. Nem seus êxitos.
Perdoe-se por suas burrices e fracassos. Se você não se perdoar, vai ser inútil pedir desculpas ou dizer “sinto muito” a quem quer que seja.
Reze para agradecer, nunca para pedir. Você já recebeu mais do que suficiente para crescer e ser feliz.
Não perca tempo em discussões inúteis. Ao invés de brigar, cante uma música de Legião, tome um banho frio, vá ler um livro ou dar uma volta de bicicleta no parque.
Desista de fazer a cabeça dos outros: o que eles pensam de você não é da sua conta. Adote a filosofia do cavalo na parada de sete de setembro: cagando, andando e sendo aplaudido.
Cuide de si mesmo como se estivesse cuidando do seu melhor amigo.
Faça alguma coisa que sempre desejou fazer, que pode fazer, mas que tinha vergonha.
Cometa novos erros.
Simplifique sua vida.
Deixe bagunçado.
Pare de frescura.
Acredite no amor: nada no mundo é mais digno de crédito. AME: não é vexame nenhum.
Nunca pense que o amor é uma “água morna”, pois onde há amor há respeito; onde as diferenças são aceitas, existem pontos de vista contrários; e onde existem pontos de vista contrários, há conflitos e desentendimentos.
Não se intrometa na vida dos outros, nem julgue as pessoas de jeito nenhum. Deixe-as ser como são e curta o melhor de cada uma.
Grandes amizades não se perdem em pequenas disputas. Se se perderem, é porque não eram amizades, muito menos grandes.
Leia o que está escrito, ouça o que é dito e, se não compreender, pergunte. Não tenha vergonha de perguntar o que não sabe. É assim que se aprende.

Seja feliz!
(Autor Desconhecido)

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Variando de acordo com as opiniões

E que o Natal melhora o coração de todo mundo isto é fato. Ninguém pode negar quão boa é essa magia que move montanhas, corações rancorosos e pensamentos ruins, transformando as atitudes da sociedade. O problema é que as pessoas esquecem que bondade e humildade são ações sublimes, quais deveriam ser praticadas a todo o momento. Seres humanos precisam de amor e carinho constantemente. Aqueles que recebem em exagero podem conviver com isso, mas a falta desses dois sentimentos é capaz de tornar qualquer ser humano em uma simples criatura, ‘sem’ sentimentos, sem ternura. Quão bom é receber um abraço verdadeiro, quente, a qualquer hora do dia. Quão bom é conviver com pessoas que sempre tem em mente a prática do bem, da simplicidade... É, o mundo tem dado voltas e essas voltas tem ditado o que realmente importa. Aos poucos, cada um vai se adequando ao que tem. Para uns, Natal é presente caro, roupa cara... O dinheiro quem fala mais alto e diz qual é o seu preço. Para outros, Natal sempre é sensibilidade, família e compaixão. Compaixão primeiro consigo mesmo, pelo que foi durante todo o ano. Depois, compaixão com os outros e então, visibilidade de poder ajudar aqueles que, apesar das circunstâncias ruins, levam a vida na brincadeira.
O mundo não é tão complicado como dizem os contadores, nem tão florido como gritam os teatrólogos. Mas o mundo é imenso, estamos nele e, por tudo ser tão sublime, o que custa tentar deixar essa tão linda magia operar durante todo o tempo?
Que neste Natal, todos se importem primeiro com os sentimentos e pessoas. Dê o primeiro passo. Enfrente o que há de vir com as mudanças. Seja você e erga a cabeça. Porque nada além de presença viva modifica tudo de um todo.

sábado, 29 de outubro de 2011

Ser como o verbo que flui

Coisas que rodeiam e te rodeiam e como rodeiam
Mas só pelo fato de te rodear não quer dizer nada
Viver ou ir vivendo
Será mesmo que assim serás feliz?

Ah, se todos seguissem os mandamentos de Carpinejar
Ou não, pois talvez tudo ficasse de cabeça pra baixo
E só assim amar, amar, amar
E tudo nos ensina a amar

Fogo, vida, tragédias
Nem tudo é o que sempre se esperou
E quando ela chega
Só resta mesmo a dor

A dor que é de parentes
Ou mesmo a dor invejável
Mas quem garante mesmo que é louvável
Sentir pena de quem se amou?

Eu fluo, tu fluis, ele flui, nós fluímos
Fluir, ir, seguir
E no final, se eu insistir em ficar
Você vai querer mesmo que eu vá?

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

all for a few

Viver um sonho a dois é o mais 'cruel' e longo caminho a ser percorrido antes da recompensa. Mas quer saber de uma coisa? Vale a pena tentar!

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Alone. (?)


Hoje, fui dar uma voltinha no terraço. Olhando pros carros que voltavam para casa com seus donos ridículos e falidos, vi um homem passar. Longe, rápido, a pés, como que nem o vento. E, pela primeira vez, senti vontade de ser que nem aquele homem. Só. Na escuridão.
Vontade de ser só, pra se auto-conhecer. Vontade de ser só, pra saber enfrentar todos os problemas só. Vontade de ser só, pra fazer o que quiser, a hora que quiser e como quiser. Vontade de ser só pra poder ser livre, sem ter que dar satisfações a nada e a ninguém.
Superar tudo e viver a vida. Só. As pessoas a quais amo, iriam comigo, iriam em meu coração e em minha mente. Talvez eu não estivesse tão só quanto pensasse. Eles estariam comigo ou não? Eles eu não sei, mas ele estaria.
E quem sabe talvez, aprender a andar de bicicleta. Só. Seria divertido. Eu cairia, me foderia, mas levantaria sem o menor esforço. E quando eu aprendesse – Ah, quando eu aprendesse! – montaria na potranca e pedalaria como se fosse a primeira vez – na verdade, seria a primeira vez -, com os cachos soltos, sentindo o vento na cara, o suor escorrendo aos poucos... E me sentiria extremamente feliz e realizada, como num orgasmo. Sem me preocupar com nada, sem prestar atenção em mim, sem ligar pra minha aparência... Só. Exatamente só.
E assim seriam os meus dias. Um de cada vez. Quando eu estivesse nos eixos, voltaria pra onde eu saí. Voltaria feliz, diferente do que eu já fui um dia. Voltaria pros braços de quem tinham sentido minha ausência. Será que alguém havia sentido minha ausência? Bem, o que isso ia importar agora? Nada! Agora, eu era outra. A mulher imbatível e mais forte do que tudo no mundo. Que aprendera a fazer tudo só e que aprendera a ser feliz consigo mesma. Só.
Porém, o coração seria sempre o mesmo. Seria dele. Somente dele. Com paixão, amor, carinho, ternura, mulher.
E, hoje, pela primeira vez, senti vontade de ser como aquele homem. Só. Mas... E ele? Ele ficaria extremamente feliz se fosse comigo. Realizaríamos todos os desejos um do outro. A sós. Seria bem mais legal. Tudo seria mais legal. Aprenderíamos coisas novas um com o outro e nos amaríamos sem dó nem piedade. Na verdade, eu acho que essa história já começou a ser escrita. A sós.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Do verbo escrever, eu penso.

Alguns sabem muito. Outros acham que sabem. Tem ainda os que não sabem e os que não sabem e deveriam saber. Entre tantas classificações, me encaixo simplesmente em: “Eu escrevo!”
Será que alguém já parou pra pensar nisso? Eu escrevo, tu escreve, ele escreve, nós escrevemos, vós escreveis, eles escrevem; tudo isso do verbo escrever.
Escrever na teoria é unir letras e formar palavras, que por sua vez formam frases e em seguida, os parágrafos... mas a prática da escrita não se resume só a isso.
Quando escrevemos, mostramos mais que textos. Mostramos sentimentos, pensamentos, sensações, vontades e desejos, sonhos e tudo o mais. Ah, sem esquecer do nada, onde o nada pode traduzir tudo. Ou simplesmente o contrário.
Na verdade, todos deveriam desfrutar dessa magia. Um papel e uma caneta. Simples, barato e mágico! Na verdade, todos deveriam escrever, mesmo que errado. E bem óbvio que com a continuação, quem começou escrevendo errado passará a escrever certo...
Alguns sabem, outros não, mas eu sei como é se sentir mágica.
Escreva!