sábado, 29 de outubro de 2011

Ser como o verbo que flui

Coisas que rodeiam e te rodeiam e como rodeiam
Mas só pelo fato de te rodear não quer dizer nada
Viver ou ir vivendo
Será mesmo que assim serás feliz?

Ah, se todos seguissem os mandamentos de Carpinejar
Ou não, pois talvez tudo ficasse de cabeça pra baixo
E só assim amar, amar, amar
E tudo nos ensina a amar

Fogo, vida, tragédias
Nem tudo é o que sempre se esperou
E quando ela chega
Só resta mesmo a dor

A dor que é de parentes
Ou mesmo a dor invejável
Mas quem garante mesmo que é louvável
Sentir pena de quem se amou?

Eu fluo, tu fluis, ele flui, nós fluímos
Fluir, ir, seguir
E no final, se eu insistir em ficar
Você vai querer mesmo que eu vá?

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